A Arquitetura do Trabalho — Gustavo Loureiro Gomes
People Summit · 28/05/2026 Gustavo Loureiro Gomes · CEO HUG

Framework das 5 variáveis

A Arquitetura
do Trabalho

Você acabou de ouvir a tese. Aqui está o framework completo — e a conversa que pode começar hoje.

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13k+ talentos no banco HUG
24h tempo médio de alocação
96% retenção Boticário
−22% custo com modelo desenhado
Gustavo Loureiro Gomes, CEO da HUG Conecta, em matéria da Exame

Na imprensa

Exame

20 de maio de 2026 · Negócios

"Open talent está deixando de ser uma solução pontual para virar estratégia."

Matéria sobre a HUG: como uma rede de 13 mil profissionais está mudando a forma como empresas como Grupo Boticário, McCain e Kwai contratam talento de comunicação e marketing.

Ler a matéria completa

Time engessado é caro.
Time desenhado é eficiente.
E não tem nada a ver
com pagar menos pelas pessoas.

As 5 variáveis do
desenho de trabalho

Antes de perguntar "qual regime?", responda estas cinco. O regime vira consequência — não ponto de partida.

01

Lado da empresa

Intensidade

Quanto dessa pessoa você precisa, com que frequência e por quanto tempo? Uma função contínua tem uma resposta. Um projeto de 6 semanas tem outra.

02

Lado da empresa

Autonomia

Quem decide o quê, em que grau? Subordinação hierárquica e autonomia real são incompatíveis com o mesmo contrato.

03

Lado da empresa

Continuidade

É uma função permanente na estrutura, ou um problema com prazo? Cada caso pede um tipo de relação diferente.

04

Lado da empresa

Vínculo

Qual o nível de pertencimento à cultura que essa função exige? Algumas funções precisam de imersão. Outras operam melhor com distância estratégica.

05

Lado da pessoa — a variável que muda o jogo

Proteção e cuidado

O grau de segurança e respeito que essa relação precisa carregar — independente do regime. Você pode ter proteção alta com flexibilidade real. Esse é o desenho que a HUG opera.

4 pilares do
argumento

01

Fragmentação do trabalho

Numa mesma empresa, no mesmo mês, coexistem quatro naturezas de trabalho completamente diferentes. Tentar resolver com uma única pergunta — CLT ou PJ? — é usar a ferramenta errada para o problema real.

02

O binário é insuficiente

CLT vs PJ é simplificação pequena demais. Não é pergunta errada — é pergunta que impede a pergunta que interessa. O regime deveria ser consequência do desenho, não ponto de partida.

03

Risco é relação, não cláusula

CLT não elimina risco — muda a forma do risco. O que define se um PJ se torna vínculo empregatício não é o contrato. É a qualidade da relação. Gestão de risco jurídico é problema de desenho, não de jurídico.

04

Eficiência por desenho

Capacidade dimensionada ao trabalho real gera eficiência sem precarizar. Não porque cada pessoa custa menos. Porque a estrutura acompanha o que o negócio realmente precisa, mês a mês.

−R$255k

em 12 meses · −22% · sem demitir ninguém · sem precarizar ninguém

As frases que ficam

Risco

"Contrato não elimina risco. Relação define risco."

Decisão

"Regime é consequência. Desenho é decisão."

Modelos

"Não é apagão de talentos. É apagão de modelos."

Eficiência

"Não porque cada pessoa custa menos. Porque a estrutura acompanha o trabalho real."

Vínculo

"Elas escolhem ficar. Não porque estão presas."

Como aconteceu de verdade — Boticário

5 → 80+

Profissionais alocados
2021 → 2025

6

Marcas atendidas
simultaneamente

96%

Retenção e
engajamento

R$21MM+

Pagos em salários
ao longo do período

"96% de retenção diz que quando o desenho da relação é honesto — autonomia real, entrega clara, respeito profissional — as pessoas ficam. Às vezes mais do que ficariam em CLT."

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o trabalho da sua empresa?

Não precisa querer contratar a HUG para conversar.
Querer pensar junto já basta.

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